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Nem IPI reduzido salva setor de caminhões

Se o IPI mais baixo está ajudando a venda de automóveis, no segmento de motos e caminhões, os resultados ainda são negativos em agosto.

Na primeira quinzena deste mês, a venda de caminhões recuou 4,5% ante o mesmo período de julho. Em relação a agosto de 2011, a queda nas vendas chega a 33,85%. Este segmento foi afetado pela mudança de tecnologia nos motores para o consumo de um diesel menos poluente. Os caminhões do modelo euro 5, contudo, são pelo menos 10% mais caros do que os antigos.

Para o presidente-executivo da Fenabrave (associação que reúne as concessionárias de veículos), Alarico Assumpção Jr., a fraqueza da economia está afetando a venda de caminhões. "Caminhões transportam riqueza, se não há produção de riquezas a venda cai", disse.

Caminhões também estão sob IPI zerado até dezembro. Além disso, o BNDES incluiu a compra de caminhões numa linha de crédito com juros reduzidos de 5,5% ao ano. Assumpção oberva, entretanto, que o financiamento para a compra de caminhões por motoristas autonômos ainda está travado e isso impede a melhora nas vendas, tanto de novos veículos quanto de usados.

A entidade espera que as vendas voltem a se recuperar ao longo do ano mas, ainda assim, o resultado de 2012 deve ficar negativo. A Fenabrave estima que o ano feche com queda de 10% na comercialização de caminhões em relação ao ano passado.

"O segundo semestre deve ser melhor para os caminhões, mas não há tempo e não há demanda de volume suficiente para chegar ao resultado do ano passado", afirmou Alarico. "Isso não chega a ser ruim porque a base de comparação é elevada. Mas sem o IPI e o incentivo do BNDES, o quadro seria pior".

MOTOS

O mercado de motos também está sendo afetado pela escassez de crédito, segundo a Fenabrave. Neste ano, até a primeira quinzena de agosto, as vendas de motos encolheram 9,34%.

Diante desse quadro, o presidente da entidade, Flávio Meneghetti, sugeriu ao governo que - assim como o feito para automóveis - o Banco Central libere parte dos depósitos compulsórios bancários para prover recursos ao financiamento de motos.

"A situação do segmento de duas rodas é grave. Várias pequenas concessionárias já fecharam ou estão fechando", disse Meneghetti.

FONTE: Folha de São Paulo

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